entre a estrada que percorríamos e














o tempo que desenhámos não havia


nada


barcos dormentes




e talvez sim

um punho de sal





~

10 comentários:

JRL disse...

Talvez ~pi. :) Beijinho

nana disse...

e nunca
nunca
dormência de vida


por mais o pó






..







x

elena disse...

e talvez sim um "golpe de asa"

Ruela disse...

talvez o horizonte
vazio de tédio
homens que recolhem
o rebentar das ondas
quase despidos, encharcados
com as suas roupas de água
e o sol ao longe...

Gi disse...

Ao longe a linha do horizonte.
Imaginária e onde me imagino nesta dormência dos dias

Beijo

Anônimo disse...

luzes confinadas...

Vieira Calado disse...

Um belo enquadramento para o esbelto poema.
Bom Domingo

legivel disse...

é assim

que se tempera a estrada poética.

nem é preciso fazer desenhos no tempo

chegam as palavras.

Dalaila disse...

que o sal desenhe na estrada do tempo, o caminho dos barcos que irão acordar

~pi disse...

muito grata pelas presenças e preciosos contributos...

abraços

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