~




[ my love is coming in a red-blue-glass-of-wine (...)





segu-indo-me )


] a-ponta-mento



nunca foi preciso ir a veneza para mor-rer

( a-fogar-se a voz na praia muda


) para-mor-rer

basta a long-rina in-visível dum corre-dor

a sibil-ação vertiginosa do car-ril

) in-deci-so-a-braço-cruxi-ficado

nu prego-prata


.



.

36 comentários:

~pi disse...

ainda

sobre

visconti:

morte -em-veneza

eu mesma ( e outro s,

/t. disse...

        i
      want
    to ride
  on the train
with ~pi to venice

<3

~pi disse...

thanks /t,

( we´ll go anY~waY




beijO

Justine disse...

Visconti sempre. "Morte em Veneza", a perfeição inesquecível de um momento. É preciso sim ir a Veneza para morrer assim, pela mão de Visconti, de Mahler e de Mann.

mariam disse...

~Pi,
também já 'morri'
um bocadinho
em Veneza!

fantástico post!

abraço
mariam

heretico disse...

"cruxi-ficado. nu prego-de-prata..."

... ou no anel de oiro. para morrer.

beijo

vaandando disse...

toque inefável de vida !
belíssimo Bailarina!
beijo
______________ JRMARTo

ps- a música acompanha-me!

Post-It disse...

Fiquei com inveja!
(Também quero ir a Veneza!)
:)

Babi disse...

Gostei!

mdsol disse...

~pi

tu
des
afias
ca
da
boca
do
dos
sen
ti
dos
...
:))

Luis Bento disse...

A ponta invisível e prata da poesia!

entre dentes disse...

avança algum comboio, uma lua imprecisa, talvez um autocarro?...

RAÚL disse...

me gusta la mujer que anda por el aire. estar encima de las nubes, como en la foto. ir a venecia para cualquier otro propósito.

Anônimo disse...

apenas esse momento, o que pode ser apontado, apenas a sibilação vertiginosa, porque o resto, é segredo.


L

f@ disse...

Aqui me o m i t o a hora da sa ída
no bailado do tempo… um fio para o fim
desliza o comboio pre visto do túnel longo
...
Escuto as nuvens

Beijinhos

mariab disse...

em Veneza morre-se sempre um pouco. o muito de nós que lá fica.
beijos

maria m. disse...

acredito que se morra um pouco um muitos lugares.

basta o vertiginoso-abraço

Laura disse...

e eu sentei-me aqui a degustar as palavras e os seus movimentos...

legivel disse...

... pliés, developpés, grands rond de jambes, arabesques e o grande espelho, mestre mudo e exigente dos movimentos distantes que lhe bailavam na cabeça

pouca-terra pouca terra

pelo andar da carruagem este combóio nunca chegaria a veneza a tempo de assistir à prestação de bogarde & companhia

que é como quem diz: da morte-dançada em mil pontas anunciadas.

BEIJOS.

Dalaila disse...

amei o livro gostei mais ou menos do filme, sentir veneza por dentro é viver mais um bocado e ficarmos em resquicios lá.

Vieira Calado disse...

As estações são sempre o lugar da chegada

e da partida!

Cumprimentos meus.

observatory disse...

piiiiiiiiiiiiiiiiii;~

em las vegas

em las vegas

na TERRA do jogo

na TERRA do cinema

ou na TERRA dos automoveis

observatory disse...

pensando bem...

um jogº p/ atrair mosc@s.

nao é?

jugioli disse...

veneza
mulher
águas
líquidas
almas
de
ver
viver

NuNú disse...

Veneza, o teu amor está chegando...

Sinhã disse...

também é muda e tua: a voz. :-)

Ana disse...

Em Veneza

para viver.

Apenas.

Véu de Maya disse...

Minha prima,

lindíssima a postagem...tão simbólica e intimista...pelas músicas e pelos comboios e onde fica o Braço de Prata...

beijinho





véu de maya

Arabica disse...

Contenho-me.


Nada digo.


Ouço-te.



Leio-te.


Tambem és música, ~Pi!

Arabica disse...

Afogada a voz, afagado coração, me vou!

Beijo

vida de vidro disse...

E por aqui te leio de novo, antevendo a Veneza existente na água das tuas palavras.**

lupussignatus disse...

rumorosas

águas

anitta disse...

esta ultima foto en movimiento es fantastica ,donde termina?

beijos

~pi disse...

nunca, nunca termina, annita,

porque ainda está

para

co me çar,




~

Concha disse...

sugerente post amiga,

esa estación es el inicio y el fin de un dulce viaje.

punto.

apúntatelo.

(tengo una extraña pereza para detenerme en los blogs. Y lo siento, créeme)

Besos.

El Éxodo disse...

Venecia... en el corazón.

Abrazos.

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